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Archive for the ‘Comportamento’ Category

Recebi o texto abaixo, que apresenta um pouco de deficientes e inclusão digital.

O exemplo de perseverança do Denis, deveria ser seguida por muitos, pois com a determinação dele, conseguiu crescer profissionalmente e principalmente, vencer os obstáculos de sua deficiência!

Meu nome é Denis Katko, sou formado em Web Design e Comércio Eletrônico pela USCS, há um ano e um mês; sou cadeirante desde a infância. Hoje em dia, fala-se muito sobre a “INCLUSÃO SOCIAL”, há alguns pontos, aqui, que gostaria de abordar com vocês:

•    Tipo de deficiência e tipo de função operacional “CARGO OCUPADO POR DEFICIENTES”;
•    Ascensão social e profissional;
•    Salário;
•    A “visão” que os colegas têm desse “colega de trabalho” portador de deficiência;
•    A ”visão” do próprio portador de deficiência com relação aos seus “colegas de trabalho”;
•    Formação acadêmica adequada.

Quero discutir com vocês o que eu penso e se não concordarem com algo é só postarem suas opiniões aí no blog.

Tipo de deficiência e tipo de função operacional “CARGO OCUPADO POR DEFICIENTES”.

O empregador deve ter “bom senso” na hora de empregar um portador de deficiência, não deve empregar uma pessoa com limitações físicas severas em cargos que usem sua agilidade física como propulsora para a realização do trabalho.

Salário

Podemos dizer que, independente da raça, cor ou credo, somos todos iguais no sentido de receber “dinheiro” em troca de algum trabalho realizado.
Ascensão social e profissional

Quero falar um pouco sobre isso: todos nós, independentemente da deficiência, sentimos a necessidade de ter ascensão social e profissional, seja com colegas de serviço, faculdade e etc.

Queremos “STATUS”, estou falando da parte humana, isso é do ser humano, temos que levar em conta uma série de fatores:
•    Confiança;
•    Credibilidade;
•    Responsabilidade;
•    Ambição (no bom sentido, é claro.)

Visão que os colegas têm desse “colega de trabalho” portador de deficiência

Com relação a esse assunto, temos vários pontos de vista, dos mais variados possíveis e imaginários, alguns têm uma visão boa, ou seja, “sem preconceito”, porém, o preconceito aqui no Brasil é muito velado, há pessoas que pensam que não têm preconceito, mas há, também, pessoas que são tão egocêntricas que acreditam piamente que não têm preconceito. Em minha opinião, o preconceito é “traiçoeiro”, nossos sentimentos nos traem a todo instante até aos considerados “mais inteligentes”, podemos assim dizer, no aspecto psicológico; apesar de não ser profissional da área, me arriscarei em um palpite baseado em experiências próprias:
Em minha opinião, todos nós temos algum preconceito, mas achamos que não os temos, por quê?  Você que está lendo esse texto já se deparou com algo tão inusitado em sua vida e que agiu de forma totalmente tosca diante da situação? Se sim, sabe como é o nome disso? Haha… Isso mesmo, O PRÓPRIO. Há pessoas que, simplesmente, discriminam as outras pessoas sem se quer perceber, não por maldade, mas porque se acham tão perfeitas que acabam discriminando sem saber.

A visão do próprio portador de deficiência com relação aos seus “colegas de trabalho”.
Quem gosta de ser discriminado? Pois é, acho que isso cabe aos que não têm deficiências.

Vou dar um testemunho particular: sou funcionário público, há dez anos, graças a Deus, nunca fui discriminado de maneira pesada, de maneira que abalasse minha estrutura psicológica, creio que todos que trabalham no mesmo departamento que eu, querem o meu bem, porque eu também quero o mesmo para eles de coração.

Formação acadêmica adequada

Devido as diferenças sociais bastantes veladas e, já citadas, um pouco acima nesse mesmo texto, as oportunidades de mercado são bastante adversas para os portadores de deficiência; em minha opinião, o que leva os portadores ao despreparo é a falta de visão dos próprios pais desses portadores de deficiência que, às vezes, é crucial para a formação psico-físico-intelectual do indivíduo.

http://katkodenis.blogspot.com/

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